Bem, estou fazendo este post com a intenção de ajudar pessoas que passaram pelo mesmo problema que eu e não está encontrando repostas facilmente pela internet.
Coloquei um piercing no nariz no dia 8 de março, e com mais um menos 8 ou 10 dias apareceu uma bolinha vermelha e inchada perto do furo do piercing, na parte exterior. Como eu já tive uma quelóide em um furo da orelha, logo identifiquei que era uma no nariz também. Soube que era muito normal aparecer quelóide no nariz, e não fiquei tão preocupada.
Ao buscar formas de tratamento para a quelóide, conversei com uma amiga, que também tem um furo no nariz, e ela me indicou a pomada diprogenta (dipropionato de betametasona e gentamicina, ou seja, precisa de receita médica para comprar... Isso se você for em uma farmácia decente e que respeite as normas, né) e pesquisando na internet, acabei por achar o mesmo resultado.
Porém uma coisa que não ficou claro, foi o uso do creme propionato de clobetasol (também pode ser em pomada), que a minha antiga dermatologista recomendou e eu passei na quelóide da orelha. Soube que a diprogenta seria "milagrosa", faria a quelóide sumir em um dia e tal, mas como já tinha costume da clobetasol, preferi repetir a dose (não precisa de receita médica para comprar, mas é sempre bom ir ao médico para saber se essa é realmente a melhor opção!), pois sei que não tenho alergias ou reações à ela.
Propionato de clobetasol não é santo milagre - para mim, demora alguns dias, em torno de 3 a 4 dias, para ficar com uma aparência de normal. Como é corticosteróide, não deve ser usado continuamente por um tempo prolongado, pois pode causar reações indesejadas, até manchar a pele. Se a quelóide não sumir com 10-15 dias fazendo uso do creme, é bom ir ao médico, por que é provável que vá ter que tirar cirurgicamente.
Mas enfim, gostaria de deixar essa dica aqui, pra quem tá "desesperado" por uma solução para esse probleminha que é tão normal.
Alguns cuidados são muito importantes com o piercing, principalmente no nariz, onde a gente até sem querer fica colocando o dedo sujo, hehe. É preciso lavar sempre com um sabonete anti-bacteriano, umas 2 vezes ao dia; os cremes que for usar, é bom colocar à noite, depois de lavar com o sabonete e secar... Coloca antes de dormir e tira pela manhã com o sabonete de novo.
Bom, é isso. Não sei se alguém vai chegar a ler isso, se vai ser útil... Espero que sim!
quarta-feira, 25 de abril de 2012
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Coleguismo falso e fajuto
Certas situações acontecem para que eu veja que eu realmente não preciso de coleguismo falso e fajuto.
Sabe, faz um certo tempo que eu percebi isso, e felizmente eu já aceitei isso como sendo uma coisa boa: as pessoas tendem a não gostar de mim.
"Mas por quê você gosta do fato de as pessoas te odiarem facilmente?"
Bem, dessa maneira é muito mais fácil perceber quem gosta de mim. Pois eu sei que não sou fácil de conviver: sou pessimista, mandona, crítica e cabeçuda em certas situações. Já tentei "mudar", "moldar-me" e nada disso deu certo. E ainda sim, algumas pessoas gostam de mim - outras tantas não vão nem um pouco com a minha cara. E é isso que eu acho bom! As pessoas não se aproximam de mim quando não gostam de mim - elas só se aproximam se não tem "nada contra" ou se sentem empatia. Ou seja, são poucas as pessoas. E é aí que está a grande vantagem, pois, não há nada de bom em estar cercado de pessoas que te acham legal, mas que realmente não gostam de você. Às vezes, por você ser legal, as pessoas se aproximam por status. "Ser amigo de fulano vai me dar mais visibilidade para ciclano". Triste realidade.
Mas como disse, no começo, certas coisas acontecem para que eu veja que eu realmente sou melhor assim - com poucos e bons amigos, que me aturam por que de alguma maneira eles gostam de mim.
Sabe, faz um certo tempo que eu percebi isso, e felizmente eu já aceitei isso como sendo uma coisa boa: as pessoas tendem a não gostar de mim.
"Mas por quê você gosta do fato de as pessoas te odiarem facilmente?"
Bem, dessa maneira é muito mais fácil perceber quem gosta de mim. Pois eu sei que não sou fácil de conviver: sou pessimista, mandona, crítica e cabeçuda em certas situações. Já tentei "mudar", "moldar-me" e nada disso deu certo. E ainda sim, algumas pessoas gostam de mim - outras tantas não vão nem um pouco com a minha cara. E é isso que eu acho bom! As pessoas não se aproximam de mim quando não gostam de mim - elas só se aproximam se não tem "nada contra" ou se sentem empatia. Ou seja, são poucas as pessoas. E é aí que está a grande vantagem, pois, não há nada de bom em estar cercado de pessoas que te acham legal, mas que realmente não gostam de você. Às vezes, por você ser legal, as pessoas se aproximam por status. "Ser amigo de fulano vai me dar mais visibilidade para ciclano". Triste realidade.
Mas como disse, no começo, certas coisas acontecem para que eu veja que eu realmente sou melhor assim - com poucos e bons amigos, que me aturam por que de alguma maneira eles gostam de mim.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
"Sero mano"
Olá.
Cá estou eu falando para o mundo depois de tanto tempo...
Hoje vomitarei alguns pensamentos que surgiram nos últimos dias, fruto de observações e frustrações.
Cara, eu preciso admitir que o ser humano consegue ser a raça mais estúpida que vive neste planetinha azul. Tudo bem, vamos com calma, afinal, falar que toda a raça é estúpida seria uma grande estupidez. Falo então que certas espécimes da raça humana conseguem chegar à um ponto de extrema idiotice em todos os sentidos possíveis. Como idiotice é um conceito variável, defino aqui idiotice como agir de forma inconsequente, negação a qualquer ideia contrária, tomar a si como dono de toda a razão e retidão.
Enfim, convivo com certas espécimes dessa raça que causam extremo asco.
Não considero-me superior, apenas vejo que não possuo certas características que tais pessoas têm e sinto-me no direito de falar o que quero e penso, de criticar.
(Por falar em criticar...)
Essas pessoas tão cheias de si tomam seus cálices de ego diariamente e enchem-se de cegueira, bloqueando suas barreiras emocionais para qualquer tipo de comentário que 'fira' sua maneira de pensar. A crítica torna-se a maneira mais eficiente de atacar as frágeis e fingidas defesas, que abalam-se e liberam no humanóide a reação de retaliação ao emissor da crítica, tentando torná-lo culpado por sua aflição, denegrí-lo ou simplesmente calá-lo para que o julgamento não volte a perturbar sua mente quebradiça.
Sou crítica por natureza e isso incomoda muitos seres humanos.
Gostaria de não falar isso, mas depois de todos os sentimentos normais que se sente após um insulto, tudo o que sobra é pena dessa pobre criatura. Muita, muita pena desse ser moribundo, vazio e solitário.
E se a brincadeira é indiretas, então eu mudo as regras. Que aqui vá mais uma flecha certeira.
Despeço-me.
Cá estou eu falando para o mundo depois de tanto tempo...
Hoje vomitarei alguns pensamentos que surgiram nos últimos dias, fruto de observações e frustrações.
Cara, eu preciso admitir que o ser humano consegue ser a raça mais estúpida que vive neste planetinha azul. Tudo bem, vamos com calma, afinal, falar que toda a raça é estúpida seria uma grande estupidez. Falo então que certas espécimes da raça humana conseguem chegar à um ponto de extrema idiotice em todos os sentidos possíveis. Como idiotice é um conceito variável, defino aqui idiotice como agir de forma inconsequente, negação a qualquer ideia contrária, tomar a si como dono de toda a razão e retidão.
Enfim, convivo com certas espécimes dessa raça que causam extremo asco.
Não considero-me superior, apenas vejo que não possuo certas características que tais pessoas têm e sinto-me no direito de falar o que quero e penso, de criticar.
(Por falar em criticar...)
Essas pessoas tão cheias de si tomam seus cálices de ego diariamente e enchem-se de cegueira, bloqueando suas barreiras emocionais para qualquer tipo de comentário que 'fira' sua maneira de pensar. A crítica torna-se a maneira mais eficiente de atacar as frágeis e fingidas defesas, que abalam-se e liberam no humanóide a reação de retaliação ao emissor da crítica, tentando torná-lo culpado por sua aflição, denegrí-lo ou simplesmente calá-lo para que o julgamento não volte a perturbar sua mente quebradiça.
Sou crítica por natureza e isso incomoda muitos seres humanos.
Gostaria de não falar isso, mas depois de todos os sentimentos normais que se sente após um insulto, tudo o que sobra é pena dessa pobre criatura. Muita, muita pena desse ser moribundo, vazio e solitário.
E se a brincadeira é indiretas, então eu mudo as regras. Que aqui vá mais uma flecha certeira.
Despeço-me.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Sabedoria
"A consciência da própria ignorância é o começo da Sabedoria."
Apenas pra falar algo, a vida está corrida.
E faltam só 3 meses... =]
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
O que a vida tem me ensinado...
- As pessoas podem ser tão (ou mais) más quanto nós imaginamos.
- Minha ingenuidade tem me levado a lugares ruins.
- Se você tem pelo menos uma pessoa em quem você possa depositar confiança verdadeira, fique feliz e saiba que é um número alto.
- Pertence a mim o sentimento de amor às pessoas, mesmo sabendo que são cobras venenosas, falsas e mortíferas. Infelizmente (ou felizmente? Não tenho certeza.).
- Minha personalidade extremamente sentimental também tem me levado a lugares ruins.
- Pessoas são seres horrendos, oh céus, e adoram trazer aos semelhantes sentimentos ruins para que possam se sentir superiores de alguma maneira.
- Ficar só é ruim, mas se sentir só é uma das piores coisas do mundo.
- Poucas são as pessoas que conseguem entender de verdade meus sentimentos - a maioria debocha deles.
- Me pergunto seriamente: Por que ainda dou chances, tenho paciência, não desisto das pessoas? Eu até sei a resposta, mas a pergunta é meio insistente.
- E mais uma vez, só pra frisar, os humanos (salvo raras exceções) são o mal do século (e por que não da era?!).
Vivendo e aprendendo.
Ps.: Quando me refiro a 'pessoas' estou generalizando. Mas sim, há uma exceção no mundo físico (meu Rafa) e uma no espiritual (Yeshua).
sábado, 10 de setembro de 2011
Último olhar
O tempo foi cruel e decidiu nos deixar sós.
Em minha terra ao relento de uma lembrança cor-de-cinza
Penso que poderia ser diferente e você poderia estar aqui comigo
E quem sabe eu pudesse nunca sentir essa dor que rasga minha carne com petulância.
Mas não foi, não é, não há de ser diferente
E apesar do tempo, seremos.
Com a memória de teu último olhar refletida em meu pranto,
eu sinto que apesar do tempo, viveremos.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
A Árvore
Eu estava sozinha. Não tinha um ser sequer por entre os vazios que me rodeavam.
A muito tempo não via mais cor, não via mais tempo, não via mais nada.
Ainda lembro de um moço, que não muito tempo atrás chegou perto de mim e chorava incessantemente, angustiado. Acolhi ele sob minha sombra, e ouvi todos os seus problemas. Entendia alguns, mas eu absolutamente não entendi um, por mais que tentasse.
"E o que vai acontecer comigo? Eu estou aqui hoje e agora, e quem sabe o que vai ser de mim daqui a 10 minutos? E tudo o que eu sou, o que fiz, o que sonho, o que quero? Também se vai?! Não quero isso. Não quero um fim..."
Suas lágrimas encharcavam o meu corpo.
"Trabalho a vida toda, com muito suor eu consigo alcançar o que quero. Amo minha mulher com todo o meu coração, vejo cenas lindas, sinto sensações tão diversas, vivo de modo intenso... E nada disso adianta. Eu vou embora deste mundo! Serei apenas poeira, uma lembrança que aos poucos sumirá..."
Pra mim era sem sentido o que ele estava falando.
"Eu queria ser como você! Desde que meu avô era pequeno ele fala que você está por aqui... E que você estava aqui quando o avô dele era criança também! Imagino como deve ser bom não ter que morrer, ver o mundo mudando, pessoas diferentes, épocas difentes! E as histórias que você já presenciou? Nossa... Deve ser bom demais não morrer..."
Discordei.
O moço enxugou as últimas lágrimas que caíam em suas bochechas rosadas e pegou um estilete de seu bolso.
Em meu corpo, deixou marcado seu nome e a data de seu discurso, como já fizeram tantos outros. E foi embora, como todos os outros. E fiquei só.
Senti inveja mais uma vez, como sempre sinto quando alguém vai embora.
Estou aqui, presa, paralisada. Vi sim, muitas épocas passarem, muitas pessoas, o mundo mudando. Mas nada disso foi bom. Quando me apegava às pessoas, elas se íam. Quando me acostumava com o mundo, ele mudava. Quando gostava da época, ela já não estava lá. E eu permaneci.
Quando eu era um pequeno ramo isso me feria. Mas hoje, eu já não sinto mais dor.
No âmago de meu pensamento, choro continuamente por não poder sentir sensações diferentes, não amar profundamente alguém, não poder ver lugares diferentes! Como eu queria isso. E aceitaria bem o fim.
Nada mais justo do que ter um tempo determinado, porém desconhecido. Saber que amanhã eu posso não estar aqui, que amanhã serei talvez pó! Fantástico. O tempo e suas transições são fantásticas.
Pois de que adianta eu viver várias épocas, ver várias pessoas, e ver o mundo mudar, e ficar por aqui? A aparente imortalidade me causa tormento. Meus ramos estão velhos e secos, meu corpo marcado é a prova de que tudo vi, mas nada vivi. Meus amores de jovem se foram, meus sonhos viraram fumaça, e eu estou aqui.
Não quero eternidade. Quero a eternidade do momento que tem fim.
E por enquanto, fico aqui. Estática. Esperando que algo me leve, que me tire deste mundo. Sozinha, coberta por meus pensamentos...
E a brisa leva a última folha. Quem sabe a minha hora chegue também.
___
p.s.: Não, não copiei de alguém.
domingo, 28 de agosto de 2011
Sludge Storm
Bem, gostaria de dedicar um post só para a minha querida moto.
Ela é a Intruder 125cc, da Suzuki, modelo 2011, atendida pelo nome de "Sludge Storm" (Tempestade de lodo), sendo assim chamada por razão de sua cor verde escura.
Eu e meu amado compramo-la no final de Junho deste ano, e já colocamos alguns itens custom que desejávamos: trocamos o guidão original da Intruder por um de uma Virago 250cc; instalamos o sissy-bar original do modelo e também adquirimos o mata-cachorro. Como eu bem falei, "pimpamos" a 'trudinha. :)
Em minha opinião, a Intruder 125cc é uma ótima moto para a sua categoria. De preço acessível, baixo consumo, confortável, potente e charmosa, é uma boa moto para quem gosta de custom mas ainda não pode adquirir modelos maiores.
Vou colocar abaixo algumas fotos da Sludge Storm e também um vídeo, no qual eu estou treinando com ela (já que ainda não tenho carteira nem experiência com motos...).
Ela é a Intruder 125cc, da Suzuki, modelo 2011, atendida pelo nome de "Sludge Storm" (Tempestade de lodo), sendo assim chamada por razão de sua cor verde escura.
Eu e meu amado compramo-la no final de Junho deste ano, e já colocamos alguns itens custom que desejávamos: trocamos o guidão original da Intruder por um de uma Virago 250cc; instalamos o sissy-bar original do modelo e também adquirimos o mata-cachorro. Como eu bem falei, "pimpamos" a 'trudinha. :)
Em minha opinião, a Intruder 125cc é uma ótima moto para a sua categoria. De preço acessível, baixo consumo, confortável, potente e charmosa, é uma boa moto para quem gosta de custom mas ainda não pode adquirir modelos maiores.
Vou colocar abaixo algumas fotos da Sludge Storm e também um vídeo, no qual eu estou treinando com ela (já que ainda não tenho carteira nem experiência com motos...).
domingo, 21 de agosto de 2011
Metamorfoses
Não há coisa alguma que persista em todo o Universo. Tudo flui, e tudo só apresenta uma imagem passageira. O próprio tempo passa com um movimento contínuo, como um rio... O que foi antes já não é, o que não tinha sido é, e todo instante é uma coisa nova.
Vês a noite, próxima do fim, caminhar para o dia, e à claridade do dia suceder a escuridão da noite...
Não vês as estações do ano se sucederem, imitando as idades de nossa vida? Com efeito, a primavera, quando surge, é semelhante à criança nova... A planta nova, pouco vigorosa, rebenta em brotos e enche
de esperança o agricultor. Tudo floresce. O fértil campo resplandece com o colorido das flores, mas ainda falta vigor às folhas. Entra, então, a quadra mais forte e vigorosa, o verão: é a robusta mocidade, fecunda e
ardente. Chega, por sua vez, o outono: passou o fervor da mocidade, é a quadra da maturidade, o meio-termo entre o jovem e o velho; as têmporas embranquecem. Vem, depois, o tristonho inverno: é o velho trôpego, cujos cabelos ou caíram como as folhas das árvores, ou, os que restaram, estão brancos como a neve dos caminhos. Também nossos corpos mudam sempre e sem descanso... E também a Natureza não descansa e, renovadora, encontra outras formas nas formas das coisas. Nada morre no vasto mundo, mas tudo assume aspectos novos e variados... Todos os seres têm sua origem noutros seres.
Existe uma ave a que os fenícios dão o nome de fênix. Não se alimenta de grãos ou ervas, mas das lágrimas do incenso e do suco da amônia. Quando completa cinco séculos de vida, constrói um ninho no alto de uma grande palmeira, feito de folhas de canela, do aromático nardo e da mirra avermelhada. Ali se acomoda e
termina a vida entre perfumes. De suas cinzas, renasce uma pequena fênix, que viverá outros cinco séculos... Assim também é a Natureza e tudo o que nela existe e persiste.
(Ovídio - Metamorfoses)
sábado, 20 de agosto de 2011
The Island
Assim como me deu uma vontade danada de mergulhar nessas estrelas no vídeo "The Mountain", quero viajar nesse céu.
Quero muito um dia visitar as ilhas canárias!
Teaser: "The Island" - La Palma Time Lapse Video from Christoph Malin on Vimeo.
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